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Criciúma: De província à metrópole

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  Criciúma: De província à metrópole Criciúma pouco a pouco se harmoniza, distanciando-se da "pequena" para audaciosamente adentrar resoluta no caminho das grandes realizações.  Uma marcha notável permite ao criciumense conquistar posições que o afirmam e o distinguem dos olhos do Estado. Uma terra cuja preocupação constante é o trabalho no afã de construir o futuro com a solidariedade da convivência e muito, das singularidades e distinção de uma estremecida terra. Criciúma não é mais a mesma, aquele vilarejo de outrora, hoje a cidade toma espaço, amplia-se, lança-se para o alto, retemperando forças, substituindo padrões, arejando dinamismo e se preparando para os desafios.  O ambiente material com a descoberta de novos valores estimulam os olhos da alta indústria do país, voltam-se para o carvão, cerâmica, moda e plástico, interessados em desenvolver a expressão econômica catarinense com as atenções que lhes devem. Conexões generosas combatem, suavizam o fantasma negro d...

Fernando Carneiro

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Fernando Carneiro O pioneiro arquiteto que já conta com o reconhecimento do seu talento e de sua personalidade justa e franca, hoje é quem recebe as palmas até como o responsável pelas mais importantes obras que agora engalanam os 140 anos de nossa estremecida Criciúma.

Ada Faraco De Luca

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Ada Faraco De Luca Ada Faraco De Luca. A energia e o entusiasmo da deputada criciumense que tem hoje sua elegância aqui bem clicada. Foi proposição sua que permitiu a Assembléia Legislativa Catarinense entregar  homenagens concedidas aos criciumenses de elevado sentimento de pátria. E, como cada povo tem sua maneira de ser grande, grande é Criciúma por ter a brilhante Ada defendendo as cores de sua bandeira.

Cantinho da Saudade: João Conrado Leal

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Mais de vinte anos das lembranças do paranaense que deu-nos num desses abril perverso, o Adeus eterno. O Adeus do ilustre anestesista que fez de Criciúma o seu estremecido chão. Dizemos do pioneiro João Conrado Leal. Como se esquecer do prestativo Sandu, que teve ali, o braço forte de Leal? Como se esquecer do talento e habilidade com que o brilhante anestesista cuidava da privação geral ou parcial das sensibilidades? Leal partiu em 1999 aos 69 anos. Prosseguir lembrando é pensar no orgulho que hoje teria o extinto médico em assistir seu neto Renato já diplomado Cirurgião-Dentista. Renato, que chegou a vida pelos braços do avô. Com a mesma sorte, que aconteceu o momento do neto Rodrigo.  Assim, hoje são estas as lembranças que movem a coluna a apresentar no Cantinho da Saudade, o campeoníssimo da anestesia. Ele, que ainda agora só faz esquecermos outra vez do homem frívolo que dita: “TU PASSAS! Para antes nos fixarmos no gênio que dita: “TU FICAS”!